terça-feira, 20 de março de 2012

JARDIM DA MINHA INFÂNCIA

Abro a janela do meu jardim
e não encontro nele
nada, que me satisfaça
as rosas, que semeei, secaram
e perdida
não há nada, que eu não faça...


As pombas brancas
que tinha, no meu pombal
morreram há sede
outro jardim
não será igual
olhai e vede....



Fecho a janela, magoada
duas lágrimas
me rolam, pelas faces
aquele jardim, que tanto amava
perdeu a vida
as suas flores, deixaram,de ser audazes...

Sem comentários:

Enviar um comentário