O despertar na aldeia, em dias de Verão
são juntos, á madrugada
quando o galo canta
eis
que toca, a alvorada..
O cheiro á terra molhada
pela cacimba, da noite
são gotas, abencoadas
para todos
e de quem é, afoite
Minha terra é Lisboa
mas gosto
da Natureza
dentro de mim êcoa
toda a sua, pureza
Velhos e novos, juntos
para a terra
lavrar
seguir o lema, dos defuntos
para nunca o pão, lhes faltar
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