sábado, 28 de dezembro de 2013

AFINAL O QUE SOMOS NÓS

Cada rua, cada esquina, encontramo-nos com o passado de grandes poetas, escritores, historiadores e muito mais, e sentimos, que quem não leu nem lê nada da nossa história ou literatura, não sabe o passado de grandes vidas, que o destino não quis que fossem felizes, que os do seu tempo, não os receberam não os aceitaram, tal como eles eram, e é no hoje, que arranjaram tempo para rever e falar desses génios, que parttiram num nuvem cinzenta, muitas vezes sem público no seu funeral e que só agora lhes dão abrigo...!?
Sabemos que isto se passa em todo o mundo, mas quem passa por uma rua como eu passei em Leiden, na Holanda e vejo uma parede com poemas de Fernando Pessoa e de Luís de Camões, é de estranha emoção, ver que os estrangeiros amam os que partiram, e nós por aqui, só damos a alguns a primazia de falar deles.
Afinal quem somos nós? Simples mortais sem história própria muitas vezes distinguidos porque temos dinheiro, mas com a mente completamente a zero, porque não valemos nada.
E é neste proposito, que temos que acarinhar todos as grandes mentes, que por qualquer profissão que tenham possam demonstrar o seu valor, e o País reconhecê-lo.
A maioria não tem estudos essenciais para arranjarem emprego nem pensam dar a volta ao texto.
Mas sem saber, estudar e aprofundarmos naquilo que achamos certo, não temos futuro a agarrar.
Gosto de ler e acompanhar todos os génios que passaram noutra época ou passam, para tentar perceber a sua razão de vida, que foi só a favor da humanidade.

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