E eis que no meio do nada..................a felicidade apareceu
Sem vontade, numa revolta sem limites, em que a melancolia comandava a vida á espera de algo,
jamais imaginável...
A cidade, forrada de torres de cimento, em que o ar sufocava nas noites longas de Verão não fazia parte do todo, apenas o nada vingava e deixava que as lágrimas molhassem a cidade, agitada por todos aqueles que a visitam...
Maria personagem neste trecho menos lírico, circundava a todo o custo, as ruas numa procura constante de encontrar uma saída para os seus problemas.
Olhou o firmamento com mais afinco e numa noite de luar, uma estrela deixou-se cair no seu regaço
e a sua mente deslumbrou a aldeia, aquela aldeia em que nasceu há muitos anos e que só a procura duma vida melhor a trouxe á cidade.
Partiu e depois de um dia de comboio eis que chega, apenas com uma mala pequena e uma grande vontade, de começar de novo
Os poucos habitantes da aldeia vieram ao seu encontro e mais além, um jovem tímido veio ao seu encontro
dizendo
chegaste, nem sabes há quantos anos te espero
sim, aquele amor que ficou para trás no tempo, veio-lhe dar finalmente a felicidade tão esperada, porque enquanto há vida há esperança de vencer.
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