terça-feira, 3 de novembro de 2015

SENSAÇÃO ESTRANHA



Que sensação estranha
sinto, dentro de mim
neste alvoroço, político
mas eu sei, que sou, mesmo assim


Vejo Fernando Pessoa
a percorrer, as ruas de Lisboa
com passo apressado
a ouvir, os pregões, que a política, entoa

Vejo-me refletida
nos seus óculos pequeninos
como fosse uma partida
no recreio, dos meninos

Mas que sensação estranha
viaja, dentro de mim
á espera de alguém
como se fora, um querubim

E nesta sensação, viva
vou vivendo os meus dias
recordando Fernando
que de tudo, sabia

E nesta dia, inexplicável
eu quero agradecer, a DEUS
tudo trabalho notável
que o povo do algarve, deu




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