Perguntei á vida
o que ela, me quer, oferecer
um caminho de brisa
ou no monte, a morrer
Perguntei á vida
se gosta de mim ou não
ela sorriu
e disse-me, que não
Perguntei á vida
qual o meu destino, traçado
ela ficou, encolhida
e disse-me, mal ambicionado
Perguntei á vida
se minha vida chegava a um século
olhou despercebida
que eu, era um moleco
E neste meu perguntar
se era feliz ou não
disse-me, tens que saber amar
porque a vida, não é feita de ilusão
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