Vi-te de passagem
viajava, num trem
julgo, não ser miragem
ia eu, com minha mãe
Vi-te novamente
noutro País distante
e juro, solenemente
seres o meu, cavaleiro andante
Noutra viagem
olhaste para mim
através duma janela
parecias um querubim
E nestas passagens de vista
já não sei, o que pensar
se existes, realmente
porque quero, contigo amar
Julgo que sejas
a minha alma gémea
que procuro, desde o berço
até esta minha vida, de boémia
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