E vão partindo aos poucos, homens e mulheres que fizeram pelo seu País, trabalhos de ciência ou não, escritores, cineastas, atores de teatro, desfilando um a um, á medida que o CRIADOR os vai chamando.
Este ano bissexto, e como dizia minha mãe, é sempre um ano de cão, e talvez por isso,temos ficado sem homens e mulheres que na sua passagem pela terra, ajudaram, colaboraram, deram, sempre com um ar feliz e sorridente, sem nunca se revoltarem ou acharem que era demais.
Ontem partiu Nicolau Breyner deixando um vazio sobre a terra, para muito daqueles que eram iluminados por ele e se sentiram hoje, despedidos daquela força, que lhes era dada por ele.
Quando se dá, sem pedir nada em troca, o mundo olha-nos com carinho e quem está ao nosso redor, não sente aquilo frio gelado, porque a poucos passos, alguém, nos pode aquecer a alma.
Contudo, eles que eram almas boas, estarão junto de DEUS para pedir por este PORTUGAL velhinho e enfraquecido pelo tempos.
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