A chuva caí de mansinho
junto ao caminho
da minha amada
e eu vou, devagarinho
como não quer
nada
Sei que esta zangada
porque eu
sou-lhe
infiel
mas ela, é a minha amada
e é mais doce, do que o mel
Sou um pouco, doidivanas
e por vezes
perco a essência
a quem
me é, fiel
preciso, de consistência
Mas juro, que serei
um marido
ideal
um teto
para morar
neste nosso Portugal
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