pelo caminho, da fonte
a aldeia, esta deserta
atravessaste, a ponte
Vinhas com andar, trôpego
porque a velhice, chegou
as pernas, já não andam
os caminhos, que andou
Tudo em ti, é vazio
só os campos, aí estão
á espera, de quem os lavre
porque ninguém , os dão
Agora só te resta
o frio, da tua partida
a vida já não presta
e tu aí, não tens guarida
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