FLORBELA ESPANCA
Deixai entrar a morte, a iluminada
A que vem para mim, para me levar
Abri todas as portas de par em par
com as asas a bater em revoada
Florbela abriu as próprias asas e voou livre
e bem alto num céu colorido com os seus versos
mas sempre envolto numa atmosfera impregnada
de padrões culturais
tradições e preconceitos castradores
do Ser sonhador e da alma Feminina que era
no dia do seu aniversário!
8 DE DEZEMBRO de 1930
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