Na virada do vento, no mar sem fim
há o lamento
de não voltares, parar mim
A vida será, uma quimera perdida
senão houver, amor
na despedida
Porque o ódio, não deve reinar
quando o amor
acabar
As margens do rio, serão o meu colo
no abstrato da vida
do meu protocolo
A vida é um caminho de poesia
e de amor
não é fantasia, é só glamour
E quando pela madrugada solitária
eu tento fechar, os olhos
eu olho, para mim
como uma planta, parietária
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