Todas as palavras, são poucas
todas as atitudes, mordazes
quando descremos
da vida
e julgamos, não ser
capazes
Todas as palavras, são gastas
quando não queremos
ouvir
as palavras
não ditas
com dor, ou com sentir
Fecha-se a boca, com cola
para que os
outros
não falem
tudo aquilo, que isola
e nas labaredas, não ardem
Todo o sentir
é amargo
dentro do meu
coração
as veias, são um bago
descrentes, duma ilusão
E com o passar do tempo
das vidas
já ultrapassadas
vem depois
o lamento
das raízes ignoradas
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