As palavras doem
cada vez, mais
o mundo se agita
em turbulência
como uma bola
de neve que desliza
na sua inocência
Não há palavras
e as mesmas estão
gastas
de tanto se pedir
os homens querem
a guerra
e não podemos, fugir
Basta de tantas guerras
frias ou compactas
os desastres
provocados
pelos terroristas
são cada vez, mais
e não deixamos, de ser egoístas
Geme dentro de mim
a angustia, mundial
em que os povos
se agitam
por uma fatia
de pão
isto, é teia do mal
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